No 10º Encontro do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) do Tocantins também foi realizado o III Encontro de Amigos e Amigas do MST/TO, no dia 30 de janeiro. Momento de articulação e confraternização do MST com outras organizações sociais e pessoas que ao longo de 2011 estiveram juntas nas ações do movimento, onde membros do Nurba participaram.
Cerca de 400 camponesas e camponeses dos assentamentos e acampamentos do movimento participam do encontro que ocorreu na Escola Família Agrícola (EFA) de Porto Nacional (TO), entre os dias 26 a 31 de janeiro. O objetivo do evento foi construir um momento de reflexão, articulação, diálogo e festa.(Aline Sêne)
06 fevereiro, 2012
Mestre André participa da Pausa Cultural
A banda portuense Mestre André fará apresentação na Pausa Cultural da UFT no dia 15 de fevereiro, em Palmas. Participarão também os poetas Tião Pinheiro e Célio Pedreira. A Mestre André é um grupo musical que prima pelo regionalismo, na música e nas artes em geral, e defende com consistência a cultura do cerrado. O grupo é composto por Elizeu Lira (violão e voz), Célio Pedreira (baixo e voz), Torres (violão) e Valtinho (bateria0.
O contato da Mestre André é: liraelizeu@uft.edu.br ou (63) 9233-1369 / (63) 3363-2341. O grupo aceita propostas para apresentação em eventos de caráter social organizados por instituições públicas, privadas ou terceiro setor.
O contato da Mestre André é: liraelizeu@uft.edu.br ou (63) 9233-1369 / (63) 3363-2341. O grupo aceita propostas para apresentação em eventos de caráter social organizados por instituições públicas, privadas ou terceiro setor.
“É uma necessidade nossa, cantar em versos e prosas
O cerrado: as várzeas eos buritis; as chapadas eos Ipês;
O sertanejo e sua morada; o Vaqueiro eos currais;
Os índios com suas aldeias; os ribeirinhos e suas vazantes.
E em especial ouvir com atenção a batida única
Do tambor de sussa e o canto divino dos foliões de
Cabeceira” (LIRA, 2004)
O cerrado: as várzeas eos buritis; as chapadas eos Ipês;
O sertanejo e sua morada; o Vaqueiro eos currais;
Os índios com suas aldeias; os ribeirinhos e suas vazantes.
E em especial ouvir com atenção a batida única
Do tambor de sussa e o canto divino dos foliões de
Cabeceira” (LIRA, 2004)
Economia verde fetiche do capital!
Por Alejandro Nadal
Eco Debate
Os termos do debate sobre a crise foram impostos pela direita e em sua tela do radar o problema ambiental sempre ocupou um lugar subsidiário. Por isso, não surpreende que agora que os centros de poder castigam com austeridade fiscal e promovem a destruição de qualquer vestígio do estado de bem-estar, o meio ambiente brilhe por sua ausência. E quando se pretende tratá-lo como tema prioritário, a realidade é que é apenas para manter o projeto neoliberal em escala global.
O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) promove nos últimos três anos uma série de projetos que se enquadram no que vem chamando de Iniciativa de Economia Verde (IEV). Este projeto define uma economia verde como o resultado de melhorias no bem-estar humano e equidade social, ao mesmo tempo que se reduzem os riscos ambientais e a escassez ecológica. O Pnuma sustenta que o manejo eficiente dos recursos ambientais oferece oportunidades econômicas importantes. Finalmente, afirma que uma economia verde deve ser baixa no uso de combustíveis fósseis e socialmente includente.
Esta retórica pode dar uma boa impressão. Mas a realidade é que a iniciativa do Pnuma sofre de grandes defeitos que, ao final das contas, anulam o que poderia aparecer como bons desejos. O que fica é um disfarce mal armado para dar uma cara amável ao neoliberalismo do ponto de vista ambiental.
O primeiro grande problema da IEV é a incapacidade de examinar as causas da destruição ambiental. Nenhuma das forças econômicas que provocam a deterioração ambiental é objeto de uma análise cuidadosa. Nem a concentração do poder econômico em centros corporativos, nem os processos de acumulação de terras em grandes regiões da África e América Latina, nem o efeito da especulação financeira sobre produtos básicos, nem o peso enorme da dívida dos países mais pobres do mundo são temas importantes para o Pnuma. Em contraste, abunda a retórica sobre instrumentos de política baseados no mecanismo de mercado e a necessidade de estimular os investimentos privados.
O Pnuma também ignora as causas da feroz desigualdade, que é o traço dominante na economia mundial. Parece que esta caiu do céu, como se se tratasse de um fenômeno meteorológico. Assim, a IEV fala da necessidade de aliviar e, inclusive, de eliminar a pobreza. Mas sempre que o faz em referência ao potencial que oferece o bom manejo dos recursos. Nunca se menciona a necessidade de corrigir a marcada tendência contra os salários reais. Sabe-se de sobra que em quase todo o mundo os salários reais experimentam um declínio importante a partir dos anos 1970. Entre as causas mais visíveis desse resultado está a repressão salarial imposta para controlar a demanda agregada e, desse modo, levar adiante a luta contra a inflação (o principal inimigo do capital financeiro). Apesar da importância desta variável da distribuição, a palavra salários não consta no dicionário da IEV.
A desigualdade também está fortemente ancorada em uma política fiscal regressiva. Contudo, quando se trata de recomendações em matéria de política fiscal, o documento do Pnuma sugere que o melhor marco fiscal para o crescimento deve descansar nos impostos indiretos e nas baixas taxas impositivas para o setor corporativo. Isto deve ir acompanhado de maior eficiência no gasto público, o que no jargão neoliberal se traduz em maiores ajustes e geração de um superávit primário para pagar cargos financeiros. Claro, as referências do Pnuma são a OCDE, o Banco Mundial e a consultora PriceWaterhouseCoopers. Isso sim, alerta-se sobre os riscos de impor cargas ao capital financeiro.
Embora a iniciativa do Pnuma se baseie na ideia de que a crise oferece a oportunidade para reencaminhar a economia mundial pelo caminho do desenvolvimento sustentável, nenhum documento do organismo contém uma análise séria sobre as origens e a natureza da crise. Os leitores podem corroborar o que foi dito anteriormente na página da IEV (www.unep.org/greeneconomy). Por extraordinário que pareça, uma análise séria sobre a crise e suas ramificações não é relevante para falar da transição para uma economia verde.
A iniciativa do Pnuma procura alongar a vida do modelo neoliberal. É também um bom exemplo da sentença de Keynes: não apenas fracassamos na tentativa de compreender a ordem econômica na qual vivemos, como também a interpretamos mal a ponto de adotar medidas que operam duramente contra nós.
(Ecodebate, 23/01/2012) publicado pela IHU On-line, parceiro estratégico do EcoDebate na socialização da informação. A reportagem é de Alejandro Nadal e está publicada no jornal mexicano La Jornada, 11-01-2012. A tradução é do Cepat.
Eco Debate
Os termos do debate sobre a crise foram impostos pela direita e em sua tela do radar o problema ambiental sempre ocupou um lugar subsidiário. Por isso, não surpreende que agora que os centros de poder castigam com austeridade fiscal e promovem a destruição de qualquer vestígio do estado de bem-estar, o meio ambiente brilhe por sua ausência. E quando se pretende tratá-lo como tema prioritário, a realidade é que é apenas para manter o projeto neoliberal em escala global.
O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) promove nos últimos três anos uma série de projetos que se enquadram no que vem chamando de Iniciativa de Economia Verde (IEV). Este projeto define uma economia verde como o resultado de melhorias no bem-estar humano e equidade social, ao mesmo tempo que se reduzem os riscos ambientais e a escassez ecológica. O Pnuma sustenta que o manejo eficiente dos recursos ambientais oferece oportunidades econômicas importantes. Finalmente, afirma que uma economia verde deve ser baixa no uso de combustíveis fósseis e socialmente includente.
Esta retórica pode dar uma boa impressão. Mas a realidade é que a iniciativa do Pnuma sofre de grandes defeitos que, ao final das contas, anulam o que poderia aparecer como bons desejos. O que fica é um disfarce mal armado para dar uma cara amável ao neoliberalismo do ponto de vista ambiental.
O primeiro grande problema da IEV é a incapacidade de examinar as causas da destruição ambiental. Nenhuma das forças econômicas que provocam a deterioração ambiental é objeto de uma análise cuidadosa. Nem a concentração do poder econômico em centros corporativos, nem os processos de acumulação de terras em grandes regiões da África e América Latina, nem o efeito da especulação financeira sobre produtos básicos, nem o peso enorme da dívida dos países mais pobres do mundo são temas importantes para o Pnuma. Em contraste, abunda a retórica sobre instrumentos de política baseados no mecanismo de mercado e a necessidade de estimular os investimentos privados.
O Pnuma também ignora as causas da feroz desigualdade, que é o traço dominante na economia mundial. Parece que esta caiu do céu, como se se tratasse de um fenômeno meteorológico. Assim, a IEV fala da necessidade de aliviar e, inclusive, de eliminar a pobreza. Mas sempre que o faz em referência ao potencial que oferece o bom manejo dos recursos. Nunca se menciona a necessidade de corrigir a marcada tendência contra os salários reais. Sabe-se de sobra que em quase todo o mundo os salários reais experimentam um declínio importante a partir dos anos 1970. Entre as causas mais visíveis desse resultado está a repressão salarial imposta para controlar a demanda agregada e, desse modo, levar adiante a luta contra a inflação (o principal inimigo do capital financeiro). Apesar da importância desta variável da distribuição, a palavra salários não consta no dicionário da IEV.
A desigualdade também está fortemente ancorada em uma política fiscal regressiva. Contudo, quando se trata de recomendações em matéria de política fiscal, o documento do Pnuma sugere que o melhor marco fiscal para o crescimento deve descansar nos impostos indiretos e nas baixas taxas impositivas para o setor corporativo. Isto deve ir acompanhado de maior eficiência no gasto público, o que no jargão neoliberal se traduz em maiores ajustes e geração de um superávit primário para pagar cargos financeiros. Claro, as referências do Pnuma são a OCDE, o Banco Mundial e a consultora PriceWaterhouseCoopers. Isso sim, alerta-se sobre os riscos de impor cargas ao capital financeiro.
Embora a iniciativa do Pnuma se baseie na ideia de que a crise oferece a oportunidade para reencaminhar a economia mundial pelo caminho do desenvolvimento sustentável, nenhum documento do organismo contém uma análise séria sobre as origens e a natureza da crise. Os leitores podem corroborar o que foi dito anteriormente na página da IEV (www.unep.org/greeneconomy). Por extraordinário que pareça, uma análise séria sobre a crise e suas ramificações não é relevante para falar da transição para uma economia verde.
A iniciativa do Pnuma procura alongar a vida do modelo neoliberal. É também um bom exemplo da sentença de Keynes: não apenas fracassamos na tentativa de compreender a ordem econômica na qual vivemos, como também a interpretamos mal a ponto de adotar medidas que operam duramente contra nós.
(Ecodebate, 23/01/2012) publicado pela IHU On-line, parceiro estratégico do EcoDebate na socialização da informação. A reportagem é de Alejandro Nadal e está publicada no jornal mexicano La Jornada, 11-01-2012. A tradução é do Cepat.
23 janeiro, 2012
Massacre no Pinheirinho
Cerca de 2 mil policiais militares foram destacados para retirar os ocupantes. O efetivo contou ainda com soldados da Guarda Civil Metropolitana da cidade. A invasão militar no Pinheirinho, em São José dos Campos (SP), neste domingo, 22. Informações de comunicadores populares falam em quatro mortes e outros que foram feridos e estão desaparecidos.
Foto: Roosevelt Cassio/Reuters
Confira os links abaixo:
- Pinheirinho: a vida não vale
- PM expulsa moradores do Pinheirinho
- Nota do PSOL Nacional: Parem a desocupação
- Em operação de guerra, 2000 policiais avançam para desocupar Pinheirinho
05 janeiro, 2012
MINUTA
I SIMPÓSIO NACIONAL E IV SIMPOSIO DO NURBA:
CIDADES FRONTEIRAS E TERRITORIOS TRADICIONAIS NA AMAZÔNIA.
REALIZADO NA CIDADE DE PORTO NACIONAL-TO EM 19 A 21 DE OUTUBRO DE 2011 COM APOIO DO CNPq
Senhores participantes, docentes e discentes.
Após a realização do I Simpósio Nacional e IV Simpósio do NURBA, em que foram organizadas, palestras, mesas redondas, lançamento de livros e revistas, e apresentação de trabalhos científicos, observando a temática central do evento e dentro dos seguintes eixos temáticos: a) Cidades e espaço urbano; b) Fronteiras e conflitos sócios territoriais; e c) territórios tradicionais. Constatamos que as discussões e os debates foram muito profícuos e contribuíram significativamente para o avanço qualitativo das questões teórico - metodológicas vinculadas às abordagens temáticas do evento.
Assim, realizamos uma reunião de trabalho entre os docentes, organizadores e palestrantes do evento, vinculada à graduação e pós-graduação da UFT/NURBA, UFG/IESA, UNIOESTE E UEG, em que se firmou a idéia e compromisso de criação de uma “Rede de Pesquisadores do Cerrado”, envolvendo os referidos docentes e discentes da graduação e da pós-graduação de suas respectivas universidades. Essa rede objetiva realizar pesquisas sobre: territórios tradicionais, fronteiras agrícolas e os processos de urbanização no cerrado Goiano e Tocantinense. Sendo que as atividades dessa rede de pesquisa passarão por um processo de institucionalização nas IES proponentes, e ficou acordado que suas atividades sejam iniciadas a partir do primeiro semestre de 2012.
Ainda como resultado das discussões entre os docentes da IESA supracitadas foi elaborado um projeto/Casadinho/Procad/CNPq, entre o Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFT/Campus de Porto Nacional e o Programa de Pós-graduação em Geografia do IESA-UFG/Goiânia. Com o titulo: “Cidades, Fronteiras e População Tradicional: a Construção da Abordagem Geográfica dos Territórios Tocantinenses e Goianos”. O qual foi aprovado no CNPq em Dezembro/2011 sobre Processo Nº. 552316/2011-3.
Ficou acordado também que a realização do II Simpósio Nacional e V Simpósio do NURBA/2012, será resultado de discussões prévias entre os pesquisadores das IEES que foram citadas acima, os quais deverão se reunir em dois momentos: uma reunião na cidade de Porto Nacional, no primeiro semestre de 2012 em meados de abril, em consonância com os editais de apoio a eventos científicos do CNPq e uma outra reunião de discussões organizacionais e conclusivas do evento, em julho de 2012.
Assinam essa minuta os seguintes docentes:
Prof.Dr.Elizeu Ribeiro Lira - NURBA/PPGEO/UFT
Prof.Dr.Roberto de Souza Santos - NURBA/PPGEO/UFT
Prof.Dr.Manoel Calça - IESA/PPGEO/UFG
Prof.Dr.Eguimar Chaveiro - IESA/PPGEO/UFG
Prof.Dr.João Edmilson Fabrini - PPGEO/UNIOESTE/PR
Profª.Doutoranda Marciléia de Oliveira Bispo - NURBA/UFT
Profª.Doutoranda Isis Lustosa - NURBA/UEG
PORTO NACIONAL – TO, OUTUBRO DE 2011.
CIDADES FRONTEIRAS E TERRITORIOS TRADICIONAIS NA AMAZÔNIA.
REALIZADO NA CIDADE DE PORTO NACIONAL-TO EM 19 A 21 DE OUTUBRO DE 2011 COM APOIO DO CNPq
Senhores participantes, docentes e discentes.
Após a realização do I Simpósio Nacional e IV Simpósio do NURBA, em que foram organizadas, palestras, mesas redondas, lançamento de livros e revistas, e apresentação de trabalhos científicos, observando a temática central do evento e dentro dos seguintes eixos temáticos: a) Cidades e espaço urbano; b) Fronteiras e conflitos sócios territoriais; e c) territórios tradicionais. Constatamos que as discussões e os debates foram muito profícuos e contribuíram significativamente para o avanço qualitativo das questões teórico - metodológicas vinculadas às abordagens temáticas do evento.
Assim, realizamos uma reunião de trabalho entre os docentes, organizadores e palestrantes do evento, vinculada à graduação e pós-graduação da UFT/NURBA, UFG/IESA, UNIOESTE E UEG, em que se firmou a idéia e compromisso de criação de uma “Rede de Pesquisadores do Cerrado”, envolvendo os referidos docentes e discentes da graduação e da pós-graduação de suas respectivas universidades. Essa rede objetiva realizar pesquisas sobre: territórios tradicionais, fronteiras agrícolas e os processos de urbanização no cerrado Goiano e Tocantinense. Sendo que as atividades dessa rede de pesquisa passarão por um processo de institucionalização nas IES proponentes, e ficou acordado que suas atividades sejam iniciadas a partir do primeiro semestre de 2012.
Ainda como resultado das discussões entre os docentes da IESA supracitadas foi elaborado um projeto/Casadinho/Procad/CNPq, entre o Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFT/Campus de Porto Nacional e o Programa de Pós-graduação em Geografia do IESA-UFG/Goiânia. Com o titulo: “Cidades, Fronteiras e População Tradicional: a Construção da Abordagem Geográfica dos Territórios Tocantinenses e Goianos”. O qual foi aprovado no CNPq em Dezembro/2011 sobre Processo Nº. 552316/2011-3.
Ficou acordado também que a realização do II Simpósio Nacional e V Simpósio do NURBA/2012, será resultado de discussões prévias entre os pesquisadores das IEES que foram citadas acima, os quais deverão se reunir em dois momentos: uma reunião na cidade de Porto Nacional, no primeiro semestre de 2012 em meados de abril, em consonância com os editais de apoio a eventos científicos do CNPq e uma outra reunião de discussões organizacionais e conclusivas do evento, em julho de 2012.
Assinam essa minuta os seguintes docentes:
Prof.Dr.Elizeu Ribeiro Lira - NURBA/PPGEO/UFT
Prof.Dr.Roberto de Souza Santos - NURBA/PPGEO/UFT
Prof.Dr.Manoel Calça - IESA/PPGEO/UFG
Prof.Dr.Eguimar Chaveiro - IESA/PPGEO/UFG
Prof.Dr.João Edmilson Fabrini - PPGEO/UNIOESTE/PR
Profª.Doutoranda Marciléia de Oliveira Bispo - NURBA/UFT
Profª.Doutoranda Isis Lustosa - NURBA/UEG
PORTO NACIONAL – TO, OUTUBRO DE 2011.
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